Direito de Resposta do Trema

Prezados, não venho aqui encher lingüiça nem esbanjar uma eloqüência inconseqüente. Estou tranqüilo quanto ao papel que venho desempenhando na sociedade, da qual tenho sido vítima com freqüência de ataques. Não sou menino. Vivi e vi muito. Desde 43 que perambulo por estradas e ditongos da vida. Que o diga o U, este grande amigo a quem não me canso de garantir que tenha voz neste mundo de crescente exclusão. Também o diga o Müller, outro grande defensor de minha carreira, bem como todo o nobre povo alemão, este sim um apreciador do chucrute, da música clássica e do legítimo trema germânico.

Ao ver decretada assim minha expatriação, penso nesse povo sem memória e sem afeto. Desterraram seu último e apaixonado imperador e agora me trocam por kas, dáblius e ipsilones, representantes do imperialismo saxão. Sempre suspeitei que minha morte ou exílio estava sendo há décadas tramada por alguém. Não sabia se pelos comunistas, pelos socialistas, pelos capitalistas ou pelos fãs de Marilyn Manson. Agora eu sei. Foram os dáblius, esses vês pervertidos que sempre andam de mãos dadas, em plena luz do dia. Caracteres pederastas, esses dáblius.

Espanta-me a hipocrisia destes mesmos abraçadores de árvores, defensores da ecologia e do seqüestro de carbono, tirarem dessa forma o acento e o acalanto dos pingüins. Agora eles têm de agüentar. Por um, por dez ou por cinqüenta anos. Até o fim de tudo. Verão, na pele, a falta que um trema faz, delinqüentes ortográficos, seres de índole eqüina. Vou-me. Partirei de volta ao velho mundo, onde ainda há espaço para tremas, lamparinas e fados tristes. “Saio desta vida para a ubiqüidade.”

Saiba por que a eleição de Barack Obama como presidente dos EUA é histórica


Segregação racial já foi regulada por lei nos EUA
Senador negro foi eleito em 1875, mas direitos iguais vieram muito depois
05/11/08 - 04h07 - Atualizado em 05/11/08 - 08h59
Paula Adamo Idoeta Do G1, em São Paulo

Barack Obama foi eleito nesta terça-feira (04/11/2008) o primeiro presidente negro dos Estados Unidos. A eleição do primeiro negro presidente dos EUA está sendo considerada histórica, por conta do passado de racismo do país.

Muito antes de Obama ter sido eleito senador dos EUA, em 2004, e presidente, em 2008, o afro-americano Blanche Kelso Bruce conquistou uma vaga no Senado da nação, em 1875, representando o estado do Mississippi. No entanto, naquela época, a eleição de Obama ao comando do país era provavelmente algo inimaginável. “Suponho que a maioria não pensaria ser possível ter um negro na presidência, considerando que os afro-americanos eram linchados e não tinham acesso à terra ou à educação”, disse Diane Batts Morrow, professora de Estudos Afro-Americanos da Universidade da Geórgia. Isso porque, até menos de 50 anos atrás, os afro-americanos eram segregados por lei nos Estados Unidos. A segregação racial nos EUA começou a ser legalizada por iniciativa de alguns estados, pouco após a abolição da escravidão, que ocorreu em 1865, com o fim da Guerra Civil Americana.

Com as 13ª e 14ª emendas à Constituição, os negros tiveram a escravidão abolida e ganharam, na teoria, a representatividade igual à de um cidadão branco. No entanto, “a partir dos anos 1880 e 1890, começaram a surgir leis que separavam brancos e negros em tudo”, explicou Morrow. No Sul do EUA, onde a escravidão era defendida, essa separação foi mais forte e os direitos civis dos negros, cada vez mais suprimidos. Cada raça passou a ter bairros, escolas, cinemas e transporte próprios. “E, mesmo antes das leis, essa separação já estava incorporada, por hábito, em muitos lugares”, completou a especialista. Na mesma época da Abolição, nasceu a Ku Klux Klan, organização que defendia a restauração da supremacia branca no país. Em contrapartida, começavam a surgir também os movimentos de direitos civis, que durante o século XX tiveram um papel importante no combate à discriminação racial.

O ônibus de Montgomery

Mas iniciativas individuais de alguns cidadãos também foram decisivas para a igualdade racial. É o caso de Rosa Parks, uma costureira de Montgomery, Alabama, que ganhou projeção em 1955. Naquele ano, ainda valia a separação de brancos e negros nos assentos dos ônibus do Alabama. Aos brancos estavam reservados os assentos da frente e, aos negros, os de trás. Se os assentos estivessem preenchidos e um branco entrasse no ônibus, o negro da fileira mais dianteira deveria levantar e ceder-lhe o lugar. É o que deveria ter feito Rosa Parks, que voltava do trabalho num ônibus lotado. Mas ela se recusou a ceder o seu lugar a um branco. “Vou ter que mandar prendê-la”, respondeu o motorista do ônibus. “Então faça isso”, disse a costureira. Na noite em que Parks foi presa, os movimentos de direito civil começaram a articular um boicote ao sistema de ônibus de Montgomery. O episódio teve tanta repercussão que, no ano seguinte, a corte do Alabama declarou inconstitucional a segregação racial nos meios de transporte.

Martin Luther King

O boicote de Montgomery foi organizado na igreja de um pastor batista chamado Martin Luther King, que chegou a ser preso durante o episódio. Ele admirava a idéia da resistência pacifista de Gandhi e os pensamentos de Henry David Thoreau, que defendia o direito a desobedecer leis injustas e más. Luther King aplicou o método da desobediência civil para pedir leis igualitárias nos EUA, e por isso ganhou o Nobel da Paz em 1964. Até 1968, quando foi assassinado, ele discursou mais de 250 vezes pela igualdade, incluindo aí seu famoso discurso, feito em Washington, em 1963: “Tenho um sonho que meus quatro filhos viverão, um dia, em um país onde não sejam julgados pela cor de sua pele, e sim por seu caráter”. Outros nomes, como Malcolm X e os Panteras Negras, ganharam destaque nos anos 60 pela defesa dos direitos negros, ainda que nem sempre pelos métodos da não-violência pregados por King.

Legislação

Só em 1964, quase 90 anos depois da eleição do negro Blanche Kelso Bruce, o presidente Lyndon B. Johnson aprovou a lei de direitos civis que vale até hoje nos EUA. A lei proibia a discriminação em lugares públicos e autorizava o governo dos EUA a processar qualquer estado que promovesse a segregação racial. No ano seguinte, o National Voting Rights Act passou a proibir os estados de impor qualquer restrição racial aos eleitores. Desde então, aos poucos, os negros foram ascendendo na política e na sociedade norte-americana. É o caso de Kwame Kilpatrick, prefeito de Detroit, obrigado a renunciar este ano por conta de um escândalo sexual. Na ocasião da morte de Rosa Parks, o ícone de Montgomery, ele disse: “ao sentar-se [no ônibus], ela promoveu um levante. Só estou onde estou por causa dela”. Talvez Barack Obama também.

Mas afinal, o que é o tão falado Mkt Direto?

Marketing de Relacionamento, Marketing de Diálogo, Marketing de Resposta Direta, Database Marketing, etc.

Quando o termo Marketing Direto surge, a maior parte das pessoas pensa imediatamente no veículo mala direta. Outros pensam no marketing direto como um método de vendas pelo correio. Outros o confundem com um canal de distribuição, como o de vendas pelo correio. Como afirma Drayton Bird, em seu livro "Bom senso em Marketing Direto", podemos dizer que existe o velho marketing direto - que representava apenas o conceito de vendas diretas, seja ela por correspondência, por telefone, ou através da televisão - e o novo marketing direto, que significa informação sobre pessoas (tanto físicas quanto jurídicas), que são armazenadas em um bancos de dados, e informação para pessoas, que são as comunicações com alto teor de persuasão, customizadas e com maior teor informativo.

Mas afinal, o que é Marketing Direto? Marketing direto é um nome que, embora não reflita mais o seu significado inicial, "ficou cristalizado para caracterizar um marketing de relacionamento em oposição ao marketing de produto: para definir um tipo de comunicação-diálogo em oposição à propaganda-monólogo", como define Bird.

A sua base é a informação, que devido aos avanços tecnológicos ocorridos nas últimas décadas, pode ser facilmente capturada e administrada. Hoje é possível formar grandes bancos de dados com informações relevantes sobre as pessoas, agrupando-as por dados de similaridade e, assim, ter um verdadeiro conhecimento individualizado dos consumidores, usuários e clientes potenciais, para aí então, agir sobre eles. Essa possibilidade gerada pela informática trouxe de volta o contato direto, só que agora, independente da presença física. Surge o contato direto, "um-a-um, com muitos e instantaneamente". Além dessa base, a comunicação é outro ponto extremamente importante do marketing direto. Como afirma Bird, "se a empresa não usa marketing direto, a sua propaganda é um monólogo repetitivo, ainda que tenha criatividade e dê leões em Cannes. Mas, se a empresa usa um processo de marketing direto, então a sua comunicação é um diálogo, ou seja, ela fala às pessoas e ouve essas mesmas pessoas, continuamente. Portanto, as comunicações de marketing direto cumprem duas grandes funções: conquista de nomes de pessoas e manutenção e ativação de relacionamento contínuo com pessoas já conquistadas (clientes)."

A conquista de nomes de pessoas é feita com propaganda e outros meios de captação: anúncios com cupons-resposta, anúncios com a oferta de catálogos, certificados de garantia retornados, captação de nomes em feiras, eventos, lojas de varejo, site na internet, concursos e promoções, mala-direta com ferramentas de resposta, etc. A manutenção e ativação do relacionamento com pessoas conquistadas é feita através da comunicação dirigida (para todo o Database ou para agrupamentos ou segmentos dele). Geralmente, as ferramentas utilizadas são os newsletters, as malas diretas, os catálogos, o telemarketing ativo, as cartas sequenciais, os eventos reservados, etc.

Objetivos do Marketing Direto
Seu propósito é isolar os clientes e compradores como indivíduos e construir um relacionamento prolongado com eles para benefício deles e melhores lucros seus, permitindo, desta forma, que você conheça melhor o seu cliente, sabendo precisamente aquilo de que ele necessita. Desta forma, fica muito mais fácil efetuar uma venda ou oferecer um serviço. Quando se isola alguém como um indivíduo, significa descobrir o que o torna diferente dos demais, conhecendo quais são as suas necessidades, preferências, interesses e personalidade exclusivas.

Ao falar com seus clientes como indivíduos, utilizando o conhecimento adquirido com base no relacionamento existente, torna-se possível fazer apelos mais convincentes. Todo este conhecimento adquirido sobre os clientes, deve ser armazenado em um banco de dados. O retorno da campanhas de Marketing Direto é perfeitamente mensurável e previsível. Uma mala direta, ao ser postada, pode ter o seu retorno "capturado" por um operador de telemarketing ativo ou receptivo, ou através de alguma ferramenta de resposta direta, como um cupom promocional, por exemplo. Com isso, diversas informações do Cliente/Prospect serão armazenadas neste banco de dados, inclusive a sua pré-disposição à compra.

Somente o Marketing Direto pode atingir perfeitamente o nicho desejado, seguindo critérios de segmentação geográficos, demográficos, psicográficos e até mesmo de comportamentos de compras passadas. O Marketing Direto não é apenas uma oferta, uma lista, uma peça promocional ou uma resposta direta mensurável. Marketing Direto é o Marketing de Relacionamento continuado entre uma empresa e uma pessoa (Business-to-Consumer ou Business-to-Business) que possibilita a mútua satisfação de interesses com a efetivação de trocas e a sua repetição contínua. Porém, nem todas as empresas estão aptas culturalmente à adotar o Marketing Direto. Por isso, ele está sendo um grande diferencial competitivo, um método de melhor servir e melhor manter clientes ativos, que vem sendo amplamente adotado nas empresas com maior visão.

Onde está a vantagem competitiva em fazer negócios via Internet?

A maior e mais óbvia vantagem da Internet é a habilidade de conectar pessoas e negócios. E nessa conexão encontram-se mil vantagens. Mas é apenas de conectividade que precisamos para conseguirmos sucessos nos negócios? Há limites nas vantagens de conectividade? Existem certamente alguns limites nas vantagens de se fazer negócios via Internet.
Para compreender isto, considere o telefone - o instrumento original da conexão eletrônica. Quando jovem, cresci em um rancho numa pequena cidade do Texas. Eu me lembro quando adquirimos o nosso primeiro telefone. Era uma caixa de madeira com um microfone fixo, o fone de ouvido ficava conectado à caixa por um fio. Nós tínhamos que girar uma manivela para fazê-lo funcionar (eu nunca entendi a razão da manivela). Quando o telefone chegou foi uma grande novidade. Se nós quiséssemos falar com um vizinho, não precisávamos mais pegar o caminhão ou selar o cavalo e ir até o próximo rancho. Nós apenas pegávamos o telefone, chamávamos a telefonista e dizíamos o número que queríamos. Eu lembro que nós tínhamos uma sensação diferente ao podermos nos comunicar através de um aparelho.
Quando o telefone chegou foi uma grande novidade. Era "moderno" e representava um avanço na vida tradicional que levávamos no rancho. Mas rapidamente essa novidade passou e nós começamos a nos concentrar nas mensagens que podíamos passar por telefone, e não no próprio telefone. O mesmo fenômeno ocorre hoje com a Internet. Há uma grande fascinação pela Internet - como ela funciona, o que ela pode fazer, como pode ser instalada, a velocidade e assim por diante. Mas é previsível que logo este tipo de curiosidade que envolve a Internet acabe e a atenção não esteja mais voltada a ela, e sim às mensagens que são transmitidas por ela.
Em relação às vantagens competitivas, o valor real da Internet para os negócios não está na conectividade, mas no uso inteligente das conexões. O que aconteceu com o telefone é o mesmo que ocorre hoje com a Internet. Com isso você pode dizer: "ok, quando poderemos começar a enviar mensagens inteligentes pela Internet?" A resposta está no uso criterioso da informação. É a base de dados corporativa que contém a informação necessária para transformar a empresa, de uma usuária das conexões possíveis via Internet, em uma empresa que faz o uso das conexões possíveis para trocas inteligentes de informações, adequadas para obter vantagens competitivas de negócio. Transformar os dados corporativos – alguns já existentes e outros que precisam ser coletados e integrados – em mensagens adequadas para o mercado é o elemento chave para a inteligência competitiva, é "o toque de Midas" que transforma palha em ouro.
Em outras palavras, usando a informação corretamente, você pode enviar mensagens interessantes e inteligentes pela Internet, mensagens de impacto real. Sem uma mensagem corporativa inteligente, os seus anúncios terão o mesmo impacto que um sorriso visto em um selo. Eles não terão efeito para o seu negócio.
Que tipo de vantagem competitiva pode se conseguir prestando atenção aos dados que uma corporação possui? De fato, há um potencial quase ilimitado ao uso inteligente dos dados em um contexto dos negócios. Algumas das várias formas de uso inteligente dos dados para se conseguir negócios vantajosos incluem:
- Gerenciamento da Base de Clientes: como você mantém a base de clientes que você já tem? Como você aumenta sua participação no mercado? Como você evita que seu cliente passe a fazer negócios com seu concorrente?
- Elasticidade do preço: que produtos você vende a preços variados? Uma vez que você conhece a variação dos preços do que vende, você pode cobrar inteligentemente. Mas se você não conhecer a variação de preços do seu mercado, você está jogando dinheiro fora quando faz uma promoção.
- Gerenciamento da preferência: como você varia o preço de um item de acordo com a demanda de mercado? Você já pensou como as companhias aéreas variam de preços de suas passagens, baseadas nas reservas de vôos? Se as companhias aéreas podem fazer isso, por que você não?
- Atratividade dos Produtos: que produtos estão expostos na Internet? Quais deles estão sendo selecionados ou não para compra? Que produtos estão sendo visualizados, selecionados e comprados? E quais não têm visualização?
- Limites de crédito: como se sabe qual é o limite de crédito de um cliente? Como se avalia o tamanho do risco? Se o dinheiro for emprestado de forma inteligente, isso será melhor para sua empresa.
- Controle de qualidade: quando ocorrem períodos com produtos de baixa qualidade? Que fatores contribuem para uma boa ou para uma má qualidade? Dentre os diversos fornecedores, quem produz com mais qualidade? O que se pode fazer para maximizar a qualidade? Qual é o custo para melhorar a qualidade? Qual é o custo de não melhorar a qualidade?
- Lucratividade com o cliente: como se sabe quais são os clientes lucrativos? Quando um cliente deixa de ser um cliente lucrativo? Pode-se olhar para um cliente hoje e dizer se futuramente ele se tornará um cliente lucrativo? Como atrair clientes lucrativos?
Há várias maneiras de se conseguir negócios vantajosos e utilizar bem os dados. A quantidade de dinheiro que estamos discutindo aqui é muito, muito significativa. Uma vez que a inteligência é criada para gerar negócios vantajosos, a Internet torna-se um excelente meio para distribuir as ferramentas para realizar estes negócios. A pequena lista descrita aqui relata apenas o conjunto mais conhecido de possibilidades de vantagens nos negócios que podem ser obtidas a partir dos dados corporativos. Assim, nota-se que a conectividade isoladamente não é o bastante para se conseguir vantagens nos negócios. É a união da conectividade com os dados que gera uma vantagem muito significativa para os negócios. Podemos dizer isto de uma maneira mais simples:
Conectividade + Dados = Vantagem nos negócios
Mas isso não se dá com qualquer tipo de dado. Os dados precisam ter características vitais, para serem aproveitados em sistemas sofisticados que tiram vantagem deles. Algumas dessas características vitais tornam os dados adequados para sistemas que gerarão vantagens competitivas de negócio e podem operar via Internet. São elas: Integração, Histórico e Detalhes.
por Bill Inmom

A Vida (por Henfil)

Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade. Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra... E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO! Lembre-se: "Felicidade é uma viagem, não um destino."
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